21 de dez. de 2014

One shot: "Presente Adiantado"


Katherine estava entediada, totalmente cansada daquela vida pacata, sem emoção. Ela não aguentava mais seguir de casa para o trabalho e do trabalho para casa. E, bem, quais eram as emoções em seu trabalho? Nenhumas! Já fazia quatorze meses que ela encarava a mesma mesa ao chegar lá, o mesmo computador de qualidade ruim (que travava tanto que era quase um exercício de paciência esperar que ele desse sinal de vida) e aquele pessoal cansado que dividia o espaço com ela.

Vender seguros não era a coisa mais emocionante que uma garota poderia fazer da vida, mas sapatos e roupas não se compravam sozinhos, eles não vinham de graça. Bem, nem eles e muito menos sorvete em pote para se consumir todinho em frente à televisão ao ver algum filme meloso.

Ah aqueles filmes, ela sempre tentava escolher uma comédia, mas acabava sempre escolhendo alguma que caia em romance. Qual o problema desses diretores que colocavam “romance” até em filme de assassinatos, não? Katherine queria ter uma conversinha com eles, mas sempre que tentava mudar acabava ‘presa’ aquele canal pelo mocinho gato da trama.

Ah, sim, ela tinha fraco por homens bonitos, principalmente se eles fossem portadores de olhos claros e tivessem problemas de relacionamento com seus pais... problemas aparentes ou se só tentassem ser o bom moço e nuca conseguissem agradar o pai, não importava, se eles tinham um problema ela era “toda ouvidos”. Ok, mais “toda” do que “ouvidos”,mas eles tinham que perceber também, não? Aquele beicinho sexy não estava ali só para falar “own, coitadinho”.

Mas de todos eles havia um que era “o mocinho bonito”. Ele não tinha só os olhos claros, ele tinha cabelos levemente dourados e a alma mais brilhante que Katherine poderia conhecer. Tudo bem que o irmão mais velho dele também era um gato e foi fácil ir para a cama com ele também, mas, no final das contas, quando ela soube que havia feito uma má escolha, a porcaria toda já estava feita e não dava para bancar a heroína fugindo.

Mas ele estava lá, depois de “tê-la entregado sem querer”, ele foi salvá-la “querendo”. Se só Stefan estivesse ali ela poderia se jogar aos braços dele e ser feliz, mas, não... Ela não havia percebido o quanto Damon, o irmão dele, estava mais envolvido por seus encantos do que aquele que havia encantado.
 
Foi terrível deixar Stefan pensar que ela morreu, mas ter que chamar Damon de “amor” por restante da vida e não poder dar um beijinho que fosse em Stefan não era legal. Ela teve que partir sim, mas aquela vida de corretora de seguros não estava legal.

“Ah, Stefan”, ela pensou consigo “tinha que me entregar para a polícia, não? Não se pode contar para qualquer um que sua namorada gostosa tem coisas ilícitas no guarda roupa poxa”, ela pensou frustrada, ao lembrar dos motivos que a fizeram ser presa. Ok que a fuga foi emocionante, mas deixar que Stefan e Damon acreditassem que ela foi atingida e presa novamente veio a calhar. Ainda mais por eles estarem correndo em uma floresta a noite e aquele buraco ter surgido embaixo de seus pés de forma tão abrupta que ela nem pode gritar de susto.

No dia seguinte ela conseguiu sair dele, encontrou roupas em um varal beirando a floresta e cortou seu lindo cabelinho bem curto. Ah ela chorava só de lembrar o como eles haviam ficado curtinhos, mas fugir para o Canadá não seria fácil sendo procurada nos Estados Unidos e tendo seu rostinho lindo estampado em todos os telejornais com aquele cabelão de dar inveja.

Sorte aquele caminhoneiro tonto ter te dado carona, comida e deixado-a em uma pensão em uma cidadezinha minúscula no novo país. Daí pra frente, arrumar aquele empreguinho chato foi fácil. Ser loiríssima é que era difícil, se olhar no espelho e não se reconhecer não era legal, mas era preciso.

Ah e ela tinha que trabalha, não é? Mas, para ser sincero era até irônico ela “vender segurança”, quando ela mesma vivia correndo de Klaus por sua própria vida. Aquele policial enxerido do Klaus merecia um bom encosto em sua vida para parar de procurá-la, isso sim. Mas ela sabia que era puro ciúmes, só porque ela não havia dado nem um selinho nele. Isso sim! Era ciúmes, ele nuca superou o fato de ela não ter caído aos encantos dele, mas se apaixonar perdidamente pelo gatinho do irmão dele.

Ah sim, poxa vida, antes de encontrar Stefan, Elijah era o gatinho do pedaço, a sua coca cola no deserto. Tão sexy, tão bem vestido, mas em uma família que ela tinha arrepios só de pensar. Um fato era concreto em sua mente: “o próximo amor de minha vida vai ter que ser filho único!”, foi o que ela tentou dizer para si. Mas “o próximo” nunca chegava.
Ok, ela teve alguns casos com um ou outro bonitão disponível, mas no final das contas ela sempre gravitava até Stefan, como se ele fosse seu sol, e ela um planeta incapaz de fugir de sua orbita.

Aliás, ela deveria mesmo era ser a Lua e Stefan a Terra, porque o paspalho gravitava em volta de seu próprio astro brilhante, a insossa e cópia mal feita do rostinho lindo de Katherine, Elena. Ah, aquela menina sem sal! Katherine nunca havia gostado de ter uma irmã gêmea, mas ter a cobra peçonhenta chamada Elena como irmã era o pior dos castigos divinos.

Ela se lembrava perfeitamente de como havia descoberto que a irmãzinha estava saindo com Stefan, afinal, vamos lá, para que serviria a internet se não tivesse redes sociais para se fuçar a vida alheia, não?

E foi entrar no perfil de Stefan que ele viu uma foto com ela lá. Ah, aquela vadia, ela podia usar seu cabelinho escuro e estar pertinho do homem que Katherine amava. Elena podia tudo e ela tinha que se contentar em ‘vender seguros’ anônima no Canadá.

Ah, se pelo menos uma bomba caísse na cabeça de Klaus e ele esquecesse que ela havia tentado vender drogar para ele, não? Seria tão mais fácil... Ah como seria!

Ela olhou novamente ao redor desanimada, o final de amo estava aí, o Natal estava chegando e ela não poderia nem aproveitar “a ceia” ao lado de seu Stefinho. Mas, será que não podia mesmo?

Ela passou aquela semana totalmente amuada, tão tristonha que se recusava a abrir os perfis das pessoas que conhecia. Era tão triste acompanhar a vida deles de longe, mas não poder estar lá de fato. Isso lhe dava vontade de chorar, mas ela se recusava a derrubar uma lagrima que fosse em público. Ah, mas em casa, seu travesseiro conseguia ser mais molhado que sua toalha de banho após ela se enxugar. Coisas da vida, não?

Na sexta-feira a chuva decidiu seguir o humor de Katherine e a água descia do céu a toda, sem dar trégua. Já era final de tarde e em dez minutos ela teria que enfrentar aquela tempestade até seu prédio. Sim, porque ela vendia seguro de carros, mas tinha que andar a pé por não ter dinheiro para comprar um automóvel. Ah sim, mais uma dessas coisas trágicas da vida que são totalmente sem explicação.

Todos ao seu redor já arrumavam suas coisas, prontos para voar da agência de seguros para algum happy hour em um barzinho badalado, menos ela, que não teria como ir debaixo de chuva e não acreditava que qualquer um quisesse lhe dar uma carona e esperá-la se trocar em casa.

As meninas das mesas que ficavam de ambos os seus lados estavam de pé no final do corredor conversando com outros corretores. Uma delas mordia um copo de café delicadamente, tentando parecer sexy, mas Katherine só podia revirar os olhos com a cena.

Ela já estava quase pegando sua bolsa e saindo de fininho quando a sinetinha colocada no topo da porta tocou. Imediatamente ela viu que as moças e os rapazes fecharam ainda mais a “rodinha”, na maior pose de “atende você”. Katherine poderia bufar frustrada, mas quando encarou a figura que passava pela porta toda a sua revolta desapareceu junto com suas palavras. Justo ela que sempre foi tão comunicativa, estava totalmente muda.

Ele andou até ela, com sua calça jeans, sua jaqueta de couro (que Katherine achava mesmo muito sexy) e tirando seus óculos escuros. Ela poderia morrer ali mesmo só ao ver aquela figura magnífica a sua frente e quando ele estendeu a mão para ela e disse. 

- Olá, me chamo Stefan, eu estou atrás de um seguro... Poderia me ajudar? – ela quase morreu.

Ela conseguiu com muito custo fazer que sim com a cabeça e enquanto Stefan sentava, ela pode ver seus “amigos tratantes” se despedirem e saírem de fininho. “Ah, seus...”, ela queria xingá-los, mas lembrar que Stefan estava a sua frente a refreou.

- Bem, – ela conseguiu falar após um pigarro – vamos ver o que eu posso lhe oferecer, não? – e sorriu ao voltar-se para a tela do computador e começar a digitar freneticamente.

Stefan olhou para a porta, mas Katherine não iria olhar para lá também, ela sabia que ele deveria estar se sentindo culpado por “atrapalhar” em uma hora dessas, “ah tão Stefan!”. Mas logo ela sentiu a mão dele parando uma de suas mãos em cima do teclado e foi impossível não olhar para ele.

- Katherine, eu sei que é você – aquelas palavras levaram uns bons minutos para fazer sentido em sua mente, tudo culpa daquele toque, mas quando fizeram ela tentou se soltar.
- O que está dizendo? Eu não em chamo Katherine! – e em um pulo ela estava em pé, atrás da cadeira e com seu coração acelerado.

Stefan levantou as sobrancelhas e sorriu vitorioso enquanto se levantava com os braços cruzados.

- Se você não se chamasse Katherine, se não fosse a minha Katherine, não teria levantado assim tão assustada.

Ela ficou branca como papel, ela tinha certeza, por mais que quisesse negar o contestar, era fato que havia se entregado em questão de segundos. “Kath, sua imbecil, um disfarce de anos estragado em segundos...”

Como não havia mais volta a não ser admitir a derrota, ela suspirou derrotada. Olhando ao redor agora, pelo menos era bom que seus “colegas” de trabalho tivessem dado no pé, pelo menos ela não passaria vergonha na frente e tanta gente.

- Stefan... Escute, eu não quero... – ela começou a se explicar, mas ele balançou a cabeça de forma negativa, enquanto contornava a mesa até ela.

- Kath, não diga nada, ok? Eu sei que errei... – e sim, ele parecia culpado, ela poderia até abraçá-lo, mas tomou a distância de mais um passo. – Mas acredite em mim quando digo que não sabia que Klaus era um policial e que você estava fazendo algo errado. Nunca achei que minha garota iria fazer algo ilícito, poxa...

Ela deu de ombros como se dissesse “passado é passado”, mas na verdade ele sabia que ela não pensava dessa forma não. E, bem, se ela realmente fosse relevar tudo, não deveria estar se distanciando, não.

- Eu te procurei por muito tempo, mas a senhorita é realmente alguém bem difícil de se achar, viu? – ele fez um gracejo e sorriu para ela, tentando aliviar a tensão.

- Me procurou, aff – ela bufou frustrada. – Cote outra, Stefan. Eu sei muito bem que você estava com a minha “querida” irmãzinha esse tempo todo – e sim, ela havia feito as aspas com o dedo no ar e Stefan amava vê-la fazendo isso e não pode deixar de gargalhar.

- Você pode estar loira agora, mas continua igualzinha.

- Isso, ria mesmo, palhaço! – ela disse revoltada, pegando sua bolsa da cadeira. – E, quer saber, eu vou embora daqui. Melhor fugir agora antes que você me entregue para o Klaus de novo.

Mas se os planos dela eram ir longe, eles realmente estavam fadados a não funcionar, já que ao tentar passar com a pose de “dona de si” por Stefan, ela falseou o pé e quase foi de encontro ao chão. Se ele não tivesse parado de rir dela e não estivesse a ponto de tentar pará-la, talvez ela tivesse caído mesmo.

- Como eu disse, você continua a mesma garota – ela falou sério dessa vez, segurando-a em um abraço para que não fugisse. – Ia até correr de mim sem me dar chances para falar.

- Eu não quero ouvir nada de você, ok? Não quero uma narração completa das pegações entre você e aquela lambisgoia – ela disse nervosa, mas a ponto de começar a chorar de raiva.

- Eu não estava com a Elena, Kath, nunca estive.

- Ah! – ela riu sem humor. – Não é bem o que as fotos contam, querido! – ela disse com a maior quantidade de ironia na voz que conseguiu. – Eu conheço essa sua carinha muito bem, meu caro!

- Conhece mesmo? Começo a me sentir é chateado ao ver que não.

- Não negue Stefan! Eu vi! Não tente questionar a minha inteligente.

- Ah minha loirinha linda – ele disse segurando o queixo dela com uma das mãos, mas ainda mantendo o outro braço atrás dela e segurando-a firmemente. – Eu deveria me sentir bem chateado por você não saber se diferenciar do Silas.

- Si...Silas? – ela repetiu sem graça, puxando na memória que Stefan tinha um irmão gêmeo, que realmente era menos irritante que Damon, mas que ela não gostava de trombar com ele na rua de qualquer forma. – Era o Silas?

- Eu quem não poderia ser, já que estou fora de lá desde que você fugiu. Eu realmente tenho te procurado por muito tempo... Sabe – ele decidiu brincar para tentar tirar o tom corado de vergonha da cara dela – você deveria entrar para essas empresas secretas como a CIA, FBI ou KGB, afinal você é muito boa se escondendo, meu amor.

- Droga... – ela sussurrou para si mesma, encarar aqueles olhos azuis realmente a impediam de pensar. Mas, ele estava certo, ela havia esquecido daquele outro irmão irritante dele. – Não era você.

- Não – ele concordou, sorrindo do desconcerto dela.

- Mas... espere – ela tentou se soltar – eu não vou correr. Apenas me diga uma coisa: o que diabos você está fazendo aqui mesmo? Porque veio atrás de mim?

- Você realmente não sabe? – ele perguntou.

- Não... A não ser que queira me entregar para o Klaus... Não sei.

- Eu nunca a entregaria para o Klaus intencionalmente. Na verdade, se eu soubesse que você estava fazendo coisas erradas, eu nunca deixaria aquele babaca chegar perto de você.

- Sei... – ela disse cética, estreitando os olhos. – Mas e então? – ela deixou a pergunta no ar, para que ele se explicasse.

- Então? – ele a olhou especulativamente, mas vendo que ela não daria sinais de que entenderia, ele a beijou.

Katherine estava pronta para relutar, ela achou. Mas quando os lábios de Stefan tocaram nos seus, ela percebeu o como estava ansiando por aquilo há tempos! Que se dane que o safado a havia entregado a um tira idiota, aquele par de olhos claros e aquela boca sexy ainda a faziam perder o chão.

Logo era ela quem estava segurando Stefan com todas as suas forças, como se ele fosse fugir de seus braços no instante seguinte, como se aquilo fosse um sonho e que a realidade a traria de volta para a sua vida de “seguros” e nada de diversão.

Mas, infelizmente, uma hora eles precisariam de ar, não? E quando tiveram que se separar daquele beijo, ela já sofria pela distância que ela teria que manter novamente daqueles lábios. “Ah porque você teve que vir aqui me lembrar de você, hein?”, ela se perguntava internamente, mas não conseguia colocar suas palavras sonoramente para fora. E quando ele encostou sua testa na dela, ela estava a ponto de derreter-se por todo o chão.

- Eu tinha que te encontrar, Kath. Eu precisava encontrar a minha garota – ele sussurrou e, naquele instante, encarando os olhos dele, a ficha dela caiu.

- Sua garota? – ela sussurrou incrédula, se lembrado o como ele a havia chamada dessa forma pelo menos umas três vezes somente naquela conversa.

- Sim, eu te amo Katherine. Foi o pior erro de minha vida ter dado qualquer pista que fosse sobre você ao Klaus, foi um erro ter desabafado com ele quando achei que você estava fazendo algo errado. Mas eu estava tão devastado em ver que a minha garota inocente estava fazendo coisas erradas que minha grande boca acabou falando demais. Eu achei que você estivesse envolvida em alguma estripulias, mas não que fosse algo tão sério.. E, infelizmente, eu achava que aquele imbecil fosse meu amigo, não um tira disfarçado. E, isso me fez perder você, mas eu não podia deixá-la sumir assim sem me retratar...

- Isso é um pedido de desculpas? – ela disse sem graça.

- Não só isso – ele tentou sorrir. –É um pedido de perdão por todos os meus erros.

- Bem, embora eu esteja muito magoada com você, não posso negar isso, desculpe... – ela disse sincera. – Eu não consigo estar realmente brava com você, Stefan.

- Isso quer dizer que me perdoa?

- Sim – ela sorriu para ele, achando o máximo o como ele podia parecer apenas um garotinho que jogou a bola no quintal do vizinho sem querer, quando na verdade havia feito algo bem pior. 

Mas, de certa forma, ela realmente não podia odiá-lo, não mesmo. Não quando ele ainda estava presente em todos os seus sonhos (nos comuns e nos eróticos, claro, os do segundo tipo ela tinha que assinalar que eram seus preferidos, mas era melhor não entrar em detalhes, não?)

Mas aquela curta resposta parece ter sido o suficiente para Stefan, já que ele sorria largamente e parecia realmente aliviado. Ele soltou a mão de Kath e ela se sentiu totalmente triste e fazia novamente, isso até perceber que ele estava se ajoelhando a sua frente.

Sim, Stefan estava ali, a ponto de pedi-la em casamento, Katherine já podia até imaginar as palavras dele quando a luz caiu... Ela desacreditou em sua sorte e estava a ponto de falar um palavrão quando seu chefe apareceu ali, com uma lanterna na mão.

Explicar que Stefan foi comprar um seguro e acabou encontrando o amor de sua vida de novo foi fazer um resumo (somente com partes importantes do fato), o que Katherine queria mesmo era dizer que sim. E, quando eles estavam lá fora, dividindo o mesmo guarda chuvas, ela não conseguiu se segurar.

- Sabe, Stef, me dê logo esse anel. É claro que eu aceito! – ela disse.

E, claro, um pedido de Katherine era uma ordem e ele logo colocou o anel no dedo dela e fez questão de dar-lhe um grande beijo. E, sim, ele usou a desculpa de que ela estava sem fôlego para pegá-la no colo e levá-la a seu carro. Kath iria brincar e perguntar se era para aquele carro que ele queria seguro, mas ela simplesmente pegou na mão dele e agradeceu imensamente pelo reencontro. 

Não importava o passado, dali para frente eles viveram felizes juntos e... bem, ela sempre quis usar um nome italiano mesmo, não é? Paola era a cara dela, Stefan ia ter que concordar, de qualquer forma.  E, claro, ela tinha um certo palpite de eu ele não se oporia a nada vindo dela, de forma alguma.

E, sim, agora ela estava sorridente ao pensar o como ela estava ganhando um presente de Natal novamente, a companhia de Stefan, a pessoa que ela mais amou. E, olhe só, o bônus disso tudo era que desta vez o Bom Velhinho ainda veio adiantado e ela poderia curtir suas férias de final de ano ao lado daquele que lhe daria outros motivos para não levantar da cama em um dia frio. E, sim, claro, ela não estava reclamando!




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