Enfim o grande dia chegara. Rebekah já estava acordada antes mesmo de
o Sol resolver dar as caras, mas como não queria ser pega por sua mãe
zanzando pela casa, a garota preferiu se fingir de “pessoa dormindo” até
que pode ouvir passos no corredor.
A loira saltou da
cama num misto de ansiedade e nervosismo logo que notou o som do
tilintar dos talheres vindo da cozinha. Mesmo que sua fome fosse igual a
zero, a garota dirigiu-se rapidamente ao aposento, onde encontrou a
mãe, Esther, coordenando o trabalho das empregadas.
- Bom dia minha querida – diz ela, ao notar a filha se aproximando. – Dormiu bem?
-
Feito uma pedra – Rebekah responde rapidamente, vendo os olhos da mãe
se estreitarem em fendas finas. Certamente sabia que a garota estava
blefando. – Certo, eu admito. Mal preguei os olhos – confessa, com um
suspiro.
- Tem muita sorte de não estar com duas
grandes berinjelas debaixo dos olhos, mocinha! O que o noivo diria se
lhe visse com olheiras?
- Que eu estive em uma “despedida de solteira”.
-
Rebekah! – Esther a repreende, com uma expressão de extremo choque. –
Onde ouviu uma asneira dessas? Aliás, não deixe seu pai saber que esse
tipo de ideia passa pela sua cabecinha, ou Mikael lhe deixará de castigo
no dia do seu casamento!
- Tudo bem, tudo bem... Não
está mais aqui quem comentou – a garota responde, erguendo as mãos como
quem pede desculpas. - Mas se homens podem fazer a tal despedida, por
que as mulheres não? Sophie diz que seria muito mais justo. Ela me
contou que uma antiga amiga da capital já pensou em fazer uma, sabe?
- Sua cunhada é impossível, só isso que tenho a dizer. Espero que Elijah consiga mantê-la na linha.
-
Sua nora – diz Rebekah, frisando bem a segunda palavra – é uma moça
correta e lhe adora, dona Esther! Não venha bancar a implicante, porque
sei muito bem o quanto gosta das esposas dos seus filhos – completa,
colocando as mãos na cintura.
- É... não posso negar
que amo Sophie, Caroline e Melanie como filhas. Seus irmãos fizeram boas
escolhas, assim como você! Stefan é um rapaz maravilhoso.
- Eu sei disso mãe – a garota responde, roubando uma maçã da fruteira sobre a mesa, - é por isso que eu o amo.
************
Há
alguns quilômetros dali, Stefan também já estava de pé, andando de um
lado para outro na varanda da casa da família. Em parte, estava nervoso
pelo casamento que se aproximava, mas não era apenas isso que o estava
deixando inquieto naquela manhã.
O ar estava fresco,
trazendo o prenúncio do fim do outono e início do inverno, mas ainda
assim, não parecia de todo correto. A guerra já se estendia a um bom
tempo para o rapaz saber que aquela aparente calmaria não era um bom
sinal.
Stefan, assim como muitos outros homens naquela
região, fazia parte do chamado “exército farroupilha”, que lutava, entre
outras coisas, pela redução de taxas impostas pelo império para certos
produtos produzidos no sul do país. Claro que, com o tempo, as coisas
tomaram novos rumos e o caráter separatista foi agregado à revolução.
Como
capitão, o rapaz já ganhara algumas batalhas junto de seu pelotão, mas
também amargou derrotas para o exército imperialista e perdas dolorosas.
A morte de Damon, seu irmão mais velho, numa das tentativas de retomar
Porto Alegre, foi um duro golpe para Stefan. Se não fosse pela paz,
segurança e amor que encontrava em Rebekah, acreditava que já teria
sucumbido em alguma “peleia” contra os chimangos, como eram chamados os
imperialistas. Era pela noiva que ele buscava sempre retornar pra casa.
-
Você parece preocupado, meu irmão. Algum problema? – era Melanie, a
irmã mais nova do rapaz, que chegara na varanda trazendo uma xícara de
café fumegante nas mãos.
- Deve ser apenas paranóia de
um soldado – ele responde, pegando a xícara que a garota lhe estendia. –
Acho que não estou mais acostumado à tranquilidade da estância, só
isso.
- E não teria nada a ver com o casamento, teria?
-
Bem... isso também, é claro. Mas estou muito certo do que estou
fazendo, não é? - diz Stefan, agora com um sorriso. Falar de Rebekah
sempre lhe fazia sorrir, mesmo quando estava em meio a alguma batalha.
Lembrar do rosto delicado da noiva o mantinha são, essa era a verdade. –
Agora diga-me: o que ainda faz na estância? Pensei que fosse voltar com
seu marido para ajudar a Bekah.
- Sophie e Caroline
estão lá, poderão ajudar sua noiva e deixá-la ainda mais bonita do que
já é. Você, ao contrário, não teria ninguém, então fiquei por aqui para
cuidar do meu irmãozinho. Kol achou uma boa ideia – continua ela,
aproximando-se mais e enlaçando o braço do rapaz ao seu, - e disse que
estará de volta antes mesmo do almoço, “para garantir que seu irmão não
vai fugir”. Isso nas palavras dele, claro.
- Seu marido
nem parece um médico do exército farroupilha, sabe? É um tanto... como
poderei dizer sem soar rude? Ele é um tanto insano em certas ocasiões...
Afinal, por que diabos eu fugiria de meu próprio casamento? – ele
responde aos risos, fazendo a irmã rir também.
- Não
faço a mínima ideia. Mas lembre-me de questioná-lo quando ele voltar,
quero saber se Kol arquitetou algum plano de fuga quando nós nos
casamos!
- Para o bem dele, espero que a resposta seja não.
-
Eu também – sussurra Melanie, em tom conspiratório. – Mas se for sim,
precisarei de dicas de como torturá-lo – completa, pegando a xícara
agora vazia das mãos do irmão e voltando para dentro da casa.
Stefan
ainda permaneceu na varanda mais alguns minutos, deixando a mente vagar
pela paisagem tão conhecida ao redor da casa onde passara a infância.
Conhecia cada canto de mato e cada buraco onde alguém pudesse se
esconder naquele lugar. Ele, Damon e Melanie haviam corrido muito e
desbravado cada pedacinho da estância dos Salvatore quando eram
pequenos, e o rapaz poderia jurar que, se uma folha estivesse fora do
lugar por ali, ele seria capaz de identificar.
E
naquele instante, ele tinha quase cem por cento de certeza de que algo à
beira da mata que ladeava o rancho mais distante não estava como
deveria. Mas devido a sua agitação por conta do casamento, Stefan
resolveu deixar pra lá e voltou para dentro. Infelizmente para ele,
aquela fora uma decisão não muito acertada...
**********
O
horário do almoço já se aproximava e não havia o menor sinal da
aproximação de Kol, o cunhado de Stefan. De onde estava, o rapaz podia
ver a agitação crescente da irmã, que caminhava de um lado a outro no
espaço entre a sala de estar e a varanda. O mínimo ruído de cascos
batendo no chão era suficiente para fazê-la correr porta afora na
esperança de encontrar o marido, mas os sons vinham apenas dos cercados
próximos ao rancho, onde algumas crianças, filhos dos empregados da
estância, estavam aprendendo a montar num potrinho cor de canela.
Melanie
lançou um olhar preocupado ao irmão, ao qual ele tentou sorrir para
tranquilizá-la, mesmo que ele próprio já estivesse começando a estranhar
a demora. Afinal, o cunhado não costumava se atrasar, a menos que algo
grave houvesse acontecido.
E com esse pensamento, um
arrepio involuntário percorreu o corpo de Stefan. E se algo ruim tivesse
mesmo acontecido? E se fosse alguma coisa com sua amada Rebekah, como
poderia suportar?
Como num pesadelo, o rapaz teve suas
suspeitas confirmadas quando ouviu alguém gritando por ele do lado de
fora. Isso foi suficiente para que ele e Mel largassem o que estavam
fazendo e corressem até a varanda em tempo de ver Caroline, a esposa de
Klaus e cunhada de Rebekah, subindo os degraus com certa dificuldade, o
sangue escorrendo preguiçosamente pelo rosto.
- Care! - Melanie grita, correndo para ampará-la. - O que houve com você? Onde está o Kol?
-
Na estância… Os imperialistas… - a moça tenta explicar enquanto
retomava fôlego. - Mikael, os meninos e mais alguns empregados estão
tentando mantê-los longe da casa principal. Sophie me mandou pra cá para
pedir auxílio… Ela, Esther e Bekah estão ajudando os homens da casa.
Precisam de você, Stefan! - completa voltando-se para o rapaz, que a
encarava com o rosto tomado pelo pânico.
- Caroline… Você tem alguma noção de quantos soldados estão por lá?
-
Des… Desculpe, mas não. Tão logo percebemos o que estava acontecendo,
Soph me levou para o estábulo e me fez montar no primeiro cavalo que
saltou aos olhos!
- Tudo bem, tudo bem… Fizeram bem,
mesmo que cavalgar não seja muito aconselhável no seu estado - Stefan
responde, tentando acalmá-la. - E esse corte na testa, como conseguiu?
- Devo ter batido em algum galho, só isso.
-
Certo… Bom, você fica aqui com a Mel, combinado? Vou reunir alguns
peões e vamos até a estância dos Mikaelson, e levarei comigo quem mais
encontrar no caminho. Daremos um jeito nisso!
- Eu vou com você - diz Melanie, colocando-se de pé.
- Não acho uma boa…
-
É o meu marido que está lá, Stefan! - ela o interrompe, exaltada. - Não
vou ficar aqui esperando por notícias que podem nem mesmo chegar!
-
Melanie, pare pra pensar! Acha que Kol ia querer que se arriscasse por
ele? Ele morreria se algo acontecesse a você, e eu também não posso
aceitar perder mais ninguém - o rapaz responde, segurando-a com firmeza
pelos ombros. - Somos só você, eu e papai, e este último nem na cidade
está.
- Mas Stef…
- Por favor, irmã.
Preciso que fique com a Caroline, não podemos fazê-la se esforçar ainda
mais. Afinal, não queremos nosso sobrinho nascendo antes do tempo, não
é? - completa ele com um sorriso fraco, indicando a barriguinha já
visível da esposa de Klaus.
- Tem razão - diz Melanie por fim, dando-se por vencida após um suspiro. - Mas tente trazê-lo de volta para mim, está bem?
-
Eu prometo - Stefan sussurra, beijando a testa da irmã. - Cuidem-se,
está bem? - completa, correndo até o quarto para apanhar suas coisas.
O
rapaz levou menos de um minuto para chegar ao lado de fora da casa, na
parte dos fundos, para reunir seu pessoal. Após ordenar que um dos
empregados fosse em busca do Coronel Neto para pedir que ele e suas
tropas fossem ao encontro deles, Stefan e o restante dos homens partiram
em direção a mais uma batalha.
***********
Naquele
momento, em meio a todo aquele caos, Rebekah não sabia direito em que
pensar. Os olhos claros da garota já estavam tomados pelas lágrimas, e a
preocupação com o futuro lhe assombrava dolorosamente. Por que aquilo
tinha de acontecer justo no dia de seu casamento, que deveria ser
lembrado como um dos mais felizes de sua vida? Por que aquela maldita
guerra tinha de interferir na vida de tanta gente?
Um
chamado de Esther tirou a garota de seus devaneios, e logo Rebekah
estava correndo de volta à “segurança” da casa, que já não era mais tão
segura, pois, vez ou outra, podia-se ouvir o ricochetear de um disparo
contras as paredes. Seu pai, irmãos e empregados continuavam lá fora,
esforçando-se para conter o avanço dos militares.
Após
um tempo que pareceu levar uma eternidade, o som de cascos batendo no
chão se sobrepôs aos ruídos de disparos, e ao longe, ela pode ver o
noivo a todo galope, acompanhado por mais alguns peões. Mesmo com a
distância, ela tinha certeza de que no semblante de Stefan a raiva fria e
calculada se misturava à preocupação. E mesmo que não agradasse em nada
à Rebekah vê-lo em meio a uma batalha, seu coração se aquietou ao menos
um pouquinho por tê-lo ali, cuidando dela e de sua família.
Esse
era, aliás, um dos vários motivos pelos quais ela amava Stefan. Ele era
capaz de colocar a segurança e felicidade dos outros à frente da dele
próprio. Ele se arriscava para garantir que aqueles que ele amava
ficaria seguros. Era a essência dele, e não havia como não amá-lo por
isso.
Por uma fração de segundos, o rapaz voltou sua
atenção para a casa, e a garota pode encontrar seu olhar, que parecia
transbordar de carinho e alívio por vê-la segura. Rebekah não teve como
não sorrir em resposta, e antes que tudo escurecesse, ela ainda pode
vê-lo sorrindo também…
************
Apenas
alguns segundos. Era disso que Stefan precisava para se focar
inteiramente no que estava por vir. Ele só precisava ter certeza de que a
mulher que ele amava estava bem, apenas isso. Só precisava vê-la
sorrir, nada mais.
Levou menos de um segundo para
localizar Rebekah à porta da cozinha, os longos cabelos loiros
destacando-se contra a madeira escura da porta. Vê-la ali fez o mundo
parecer mais colorido e mais leve, mesmo que a situação ao redor fosse
caótica. O calor do sorriso dela encheu o coração de Stefan de
determinação, e quando ele finalmente se voltou para a batalha à sua
frente, o mundo explodiu em vermelho e começou a escurecer numa
velocidade desconcertante.
***********
“Stefan!”
foi tudo que Rebekah conseguiu dizer ao ver o noivo caindo do cavalo.
Sem pensar em mais nada, disparou porta afora na tentativa de
alcançá-lo, mas foi traída pelos próprios sentidos, que a fizeram
desabar no instante seguinte.
Quando finalmente retomou
o controle do próprio corpo, a garota se viu num lugar familiar e
confortável: seu quarto. O ar parecia pesado e tudo à sua volta estava
estranhamente silencioso. “Silencioso até demais” pensa ela, fazendo
esforço para se sentar na cama. Não havia ninguém ali além dela, e as
sombras que se projetavam na parede denunciavam que a tarde já estava
quase no fim.
Havia acabado de se colocar de pé quando a porta se abriu e sua mãe espiou pela frestinha da porta.
- Já de pé, minha querida? Sente-se bem? - Esther questiona, aproximando-se da filha.
- O que houve? Onde está o Stefan?
-
Seu noivo foi atingido, Rebekah - ela responde, fazendo a filha voltar a
sentar. - E quando caiu do cavalo, o bicho se assustou e acabou
pisoteando-a. Fraturou a perna e algumas costelas, pelo que Kol pode
diagnosticar…
- Onde ele está? - a garota questiona, com a voz embargada. - Preciso vê-lo.
- Querida, ele…
-
É o homem que eu amo, mãe! - a loira interrompe, voltando a se colocar
de pé. - Nada do que disser vai me impedir de ir até ele.
Derrotada,
Esther levantou-se também e tomou uma das mãos da filha nas suas,
puxando-a consigo até o quarto de hóspedes. Assim que a porta foi
aberta, as lágrimas voltaram aos olhos de Rebekah, escorrendo
preguiçosamente por seu rosto em seguida.
Stefan estava
ali, deitado sobre a cama, um lado do rosto com uma estranha tonalidade
arroxeada, fruto de sua queda do cavalo. O peito e as costas estavam
envoltos por bandagens, muito provavelmente para imobilizar as costelas
quebradas; a perna direita também havia sido enfaixada e havia uma
grande atatura manchada de sangue no ombro esquerdo. Para completar a
cena, seu rosto trazia uma expressão de dor e seus cabelos e testa
estavam úmidos de suor.
Rebekah aproximou-se devagar e
sentou-se na beira da cama, acariciando o rosto do noivo com cuidado
para não lhe infligir mais dor. Estava tentando conter os soluços quando
os olhos dele se abriram minimamente e a sombra de um sorriso apareceu
nos lábios do rapaz.
-Stefan… - ela murmura, aproximando-se mais um pouco e unindo seus lábios aos dele por alguns segundos.
-
Bekah… - ele responde com esforço, acariciando as mãos dela que ainda
estavam em seu rosto. - Você está… bem? Eles não… não lhe machucaram…
não é? - completa com dificuldade, fazendo uma careta ao final.
-
Não se preocupe comigo amor, é você quem inspira cuidados. Está
sentindo muita dor? - Rebekah questiona, visivelmente preocupada.
- Bem… já estive melhor, admito.
-
Rebekah - chama Kol, parando à porta do quarto, - deveria deixá-lo
descansar. Stefan precisa se recuperar, está bem estragadinho…
-
Tudo bem… - a loira responde baixinho, dando um beijo no rosto do noivo
e se retirando do quarto em seguida. Quando alcançou a sala de estar ao
lado do irmão, despejou sobre ele a dúvida que vinha a corroendo desde
que acordara. - Ele vai ficar bem, não vai? Stefan não vai me deixar,
não é? Você é médico Kol, tem a obrigação de me dizer a verdade!
- Também sou seu irmão e não quero vê-la sofrer, Bekah.
-
Mas e Melanie? Mentiria para ela? Mentiria para sua própria esposa
sobre o único irmão que ela ainda tem? - a garota o desafia, elevando o
tom de voz.
- Ele vai ficar bem, irmã. Apenas de tempo
ao tempo, está bem? - diz ele, visivelmente abatido. - Vai ser um
processo doloroso, mas Stefan vai sair dessa, eu prometo!
-
Nós deveríamos estar casados agora… - ela murmura, largando-se sobre o
sofá. - Deveríamos estar festejando, sorrindo e dançando, e não chorando
e limpando os ferimentos uns dos outros.
- Eu sei,
Bekah. E sinto muito que isso tudo tenha acontecido, afinal, minha
irmãzinha caçula merecia um casamento de princesa, não é?
E
com um sorriso em resposta, a garota apenas o abraçou, torcendo para
que tudo que Kol tinha lhe dito não fosse apenas para lhe poupar do
sofrimento.
***************
Algumas semanas depois…
-
… E pelo poder concedido a mim, eu os declaro casados - diz o
reverendo, com um sorriso. - Já pode beijar a noiva, Capitão Salvatore.
E
foi isso que Stefan fez. Tomou Rebekah em seus braços e selou
definitivamente o início da vida deles juntos. O rapaz ainda não estava
totalmente recuperado - andava com o apoio de uma bengala e o local onde
levara o tiro ainda estava sensível, - mas ele não via motivos para
esperar. Afinal, o casamento já fora adiado uma vez, e não era a
intenção dele prolongar ainda mais a experiência.
Rebekah
também quase não cabia em si, tamanha a sua felicidade. Tivera de
ajudar o agora marido a suportar toda a dor da recuperação, e o fruto de
sua dedicação estava de pé a sua frente, sorrindo para ela. As
dificuldades que tiveram de transpor juntos nos últimos dias tinha os
aproximado ainda mais e solidificado o sentimento que os unia. O amor
deles era forte o bastante para superar o que quer que fosse.
- Amo você, Stefan - a loira sussurra, dando um selinho nos lábios dele.
- E eu amo você, minha vida - o rapaz responde, acariciando delicadamente o rosto de esposa. - Agora e para todo sempre.
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Oiiie pessoal!
Esse blog possui diversas fics de séries, livros, desenhos, jogos, etc.
Com uma variedade tão grande nós precisamos saber como vocês chegaram até ele e o que gostaram de ler para continuar escrevendo fics desse fandom.
Então, por favor, deixem-nos um comentários do que leram e o que acharam, ok?
Vocês também podem sugerir o que gostariam de ler e tentaremos atender ao pedido ;D